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O frio e o tempo são grandes aleados da humidade

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Os dados não suportam a proteção de Portugal contra a humidade: consta-se que um milhão dos edifícios necessitam de algum tipo de reparação. O país lusitano é um dos piores, quando se trata de enfrentar o frio durante o inverno.
O frio e o tempo são grandes aleados da humidade

 

IFRRU

É um cenário traçado pelo relatório que foi feito no final do ano passado, pela IFRRU (Instrumento Financeiro para a Reabilitação e Revitalização Urbana).

Este indica que milhões de edifícios necessitam de intervenções para melhorar o seu estado. Para além disso, 80% desses edifícios têm mais de trinta anos, o que representa quase um terço do total de edifícios do país.

 

Quais os sinais?

Um dos sinais mais graves identificados pelo relatório da agência é a dificuldade dessas propriedades em manter a eficiência térmica. Os defeitos no isolamento e a impossibilidade de manter a humidade distante, são uma preocupação num país onde a população não recorre, como medida principal, ao aquecimento para combater o frio.

 

Portal de Construção Sustentável

Noutro estudo, realizado em 2017, pelo Portal de Construção Sustentável, em colaboração com a Quercus, foram produzidos dados arrepiantes: apenas um por cento, das mais de 18.000 famílias questionadas, considerou que a sua casa é confortável no inverno.

Um dado assustador, contrasta com outro do mesmo relatório que indica que apenas 3% dos questionados afirma que a sua forma de combater o frio é gastar mais aquecimento (Portugal tem uma das tarifas elétricas mais caras da Europa).

É uma situação que leva a população a perguntar-se quais são as alternativas para lutar contra o frio num país que, tradicionalmente, se encontra entre os climas mais suaves na Europa.
O foço na eficiência energética e na sustentabilidade, demonstra ser a forma mais segura de manter o conforto e o orçamento.

Um exemplo de grande escala, é a localidade de Leiria, com 60 000 habitantes, que demonstra necessário que 40% do seu centro histórico sofra obras de reabilitação. Uma inspeção de 302 edifícios, onde as alterações terão como objetivo a melhoria do isolamento dos edifícios e a correção dos problemas de humidade.

O frio e o tempo são bons companheiros da humidade.

Antes da chegada do inverno e do horizonte pintado pelos dados destes estudos, a questão passa por perceber como combater o frio e tornar as nossas casas um bom lugar para se estar, no inverno.
“Ter uma proteção constante contra a humidade implica, necessariamente, melhorar o isolamento energético da propriedade, assim como da renovação do ar. Isto, sem ter de recorrer à ventilação natural durante o inverno”, dizem os especialistas da Murprotec, empresa europeia líder em tratamentos contra a humidade.

“A antiguidade da propriedade e a climatologia influenciam o aparecimento de humidade, contudo, os remédios caseiros são, muitas vezes, utilizados para eliminar as manchas nas paredes”, assegura a empresa.

Neste sentido, os próprios especialistas argumentam que os gastos irão aumentar, se não for utilizado um método eficaz contra a humidade.

Uma casa à prova de humidade e corretamente isolada, pode reduzir os gastos energéticos em 50%.

Um dado confirmado pelos especialistas na luta contra a humidade: “a solução parte sempre por acabar com a origem da humidade. Tapar a mancha na parede ou disfarçar o mau cheiro a humidade, são medidas provisórias”.
Numa altura em que a pobreza energética salta para as primeiras páginas dos jornais, os especialistas alertam-nos sobre a necessidade de procurar um diagnóstico profissional, que proponha soluções totais para os problemas de conforto nas nossas casas.

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