A humidade invade Lisboa

Manchas escuras nas paredes e nos tetos. Cheiro a humidade. Pintura em mau estado. Roupa que não seca. A sua casa enfrenta um problema de humidade!

Mais de 30% das propriedades sofrem de um problema de humidade em algum momento do seu ciclo de vida.

A humidade invade Lisboa

Pode parecer um facto exagerado, mas basta um passeio a Lisboa para verificar as manchas feias nas fachadas e perceber que a humidade é um problema mais do que comum.

Imagens como a da fachada do Hospital Curry Cabral ou a sala do Hospital de São José, onde as manchas de mofo são vistas em grande escala nas paredes, são muito mais comuns do que pensamos.

O clima atlântico próprio da capital lisboeta é conhecido pela sua suavidade. No entanto, o vento e a elevada humidade são uma má combinação quando temos em conta o envelhecimento dos edifícios e as medidas de manutenção insuficientes.

Uma mancha escura ou o cheiro a humidade podem parecer sinais incómodos. Problemas estéticos que afetam os quartos e que pioram a higiene da nossa casa. Contudo, há muito mais atrás das paredes do que apenas o molde da mesma.

 

A presença de mofo e fungos agravam os sintomas de 80% das doenças respiratórias.

 

É sabido que o efeito da humidade em excesso causa problemas respiratórios. Uma grande percentagem de doenças respiratórias e alergias são grandes aliadas da humidade.

Em todas as indicações sobre como combater a asma, a rinite ou a pneumonia, verificamos que passar tempo em salas ou ambientes com um elevado nível de humidade, não é aconselhável (há que ter em conta que a humidade acima de 70% é considerada elevada).

 

Um problema de humidade não resolvido a tempo, pode debilitar as paredes de carga num edifício e tornar-se um problema de humidade estrutural.

 

“Um edifício pode ser demolido se for detetado um problema de humidade estrutural” indica a Murprotec, empresa líder na luta contra a humidade estrutural por mais de 70 anos.

A água penetra através do isolamento dos edifícios e ocupa os pequenos poros presentes no material de construção. Se o excesso de água não é evacuado no interior das paredes, as mesmas perdem a sua durabilidade e correm o risco de desmoronar.

 

Muitas soluções ineficazes. Uma solução definitiva.

 

“Os desumidificadores, as tintas anti-humidade ou outros produtos anti-humidade podem ter o seu uso específico. No entanto, nenhum deles elimina o que origina as manchas”, assegura um dos técnicos da empresa anti-humidade.

A prevenção e o controlo dos sinais de humidade são essenciais para podermos atacar o problema o quanto antes. As manchas de mofo e o cheiro a humidade são fatores comuns aos três tipos de origem: capilaridade, condensação e infiltrações laterais. Embora as infiltrações laterais sejam as mais comuns na zona de Lisboa, devido às condições climáticas e o estado dos imóveis na capital.

Na humidade por infiltrações laterais a água infiltra-se nas paredes. É o caso comum quando acontece uma rotura nas canalizações ou quando surgem chuvas fortes e a nossa casa está em contacto com terra molhada.

 

Em todos os casos, a única solução definitiva é acabar com a origem da humidade.

A única forma de manter a estabilidade da nossa casa é coloca-la a salvo dos fatores que podem supor um problema na nossa saúde e da nossa família.

 

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